Projetos e Produtos para todos
Tags: Museu, acessibilidade, cegos
Exibições: 41
Permalink Responder até Fernanda Mota de Paiva Wanderley em 13 junho 2010 at 18:42
Permalink Responder até Marcella Valadares dos Santos em 13 junho 2010 at 23:51
Permalink Responder até Fernanda Mota de Paiva Wanderley em 15 junho 2010 at 21:06
Permalink Responder até Luciano Saldanha em 6 agosto 2010 at 13:49
Permalink Responder até Fernanda Mota de Paiva Wanderley em 7 agosto 2010 at 21:32
Fernanda...
Nos museus eles usam o termo audioguide, que é um guia eletrônico que permite uma experiência individualizada da visitação através de uma narração detalhada das principais características de cada sala. Não sou especialista no assunto mas, penso terem a mesma utilidade: facilitar a vida dos deficientes.
A tecnologia também é utilizado por turistas de outros países e normalmente é oferecido em diversas linguas.
A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais (peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles, espetáculos de dança e outros), turísticos (passeios, visitas), esportivos (jogos, lutas, competições), acadêmicos (palestras, seminários, congressos, aulas, feiras de ciências, experimentos científicos, histórias) e outros, por meio de informação sonora, para o melhor aproveitamento do acesso cultural e da fruição das artes.
Normalmente, logo na entrada dos museus, teatros ou outros é entregue ao deficiente como se fosse um pequeno rádio com fones de ouvidos, em alguns casos a audiodescrição já está gravada; mas, em outros, como no caso do teatro, existe uma sala onde ficam os audiosdescritores que vão descrevendo o espetáculo conforme ele acontece para os deficientes.
Esta é uma experiencia recente, em geral as instituições culturais disponibilizam temporariamente ou quando é permanente existe um determinado número de deficientes auditivos e visuais que podem ser atendidos.
Para os deficientes auditivos a descrição é em LIBRAS, ou seja, supõe-se que o aparelho seja parecido com uma pequena televisão, entretanto, dessas mais modernas, um mp4 ou algo parecido.
Não consegui anexar as imagens.
Entretanto estou enviando alguns sites que você pode obter maiores informações sobre o assunto.
Ainda assim, vou fazer uma pesquisa com foco nos museus que disponibilizam esta tecnologia.
Até breve.
Sites:
http://blogdaaudiodescricao.blogspot.com/2010/05/saiba-como-foi-o-p...
http://blogdaaudiodescricao.blogspot.com/2010/05/revista-epoca-uma-...;
http://www.audiodescricao.com/;
http://audiodescricao.com.br/ad/
http://www.rbtv.associadosdainclusao.com.br/index.php/principal/ann...;
Algumas imagens:
http://www.iguale.com.br/intranet/img_noticias/55_4_a9007f43762edce...;
http://2.bp.blogspot.com/_9ZszIKkS9Ac/S6IgcDS9IAI/AAAAAAAANZY/cOOS-...;
http://www1.yadvashem.org/yv/en/visiting/images/audio_guide.jpg;
http://artdpg.files.wordpress.com/2010/03/audioguide.jpg
Att, Gabriela Mello.
Permalink Responder até Fernanda Mota de Paiva Wanderley em 7 agosto 2010 at 21:48
Prezada Fernanda,
Há pouco ingressei nesta rede e acabo de tomar conhecimento de suas necessidades.
A NeoCultura (empresa onde sou Diretor) possui serviços na área desejada.
Com relação aos cegos, estamos desenvolvendo uma parceria com o Instituto Benjamin Constant (Rio de Janeiro). Esta instituição, tão competente na área de educação de deficientes visuais, acompanhará e prestará consultoria na elaboração e desenvolvimento dos roteiros.
Se quiser conhecer nossa empresa, acesse http://www.neocultura.com.br
Se precisar, podemos apenas trocar experiências ... ou ajudá-la com seus projetos.
Conheço boa parte dos museus de Goiânia.
Abraços,
Luciano Motta
Permalink Responder até Renata Mello em 18 novembro 2010 at 17:56
© 2012 Criado por Renata Mello.